Pela primeira vez na história do mundo teremos uma entidade (ou ser) com potencial de inteligência maior do que a de um ser humano com QI acima de 150. Trata-se do que convencionamos chamar de "inteligência artificial".
Destina-se à publicações da Academia Goiana de Letras Ciência e Cultura dos Militares do Estado de Goiás - Coronel Mauro Borges Teixeira.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
CRÔNICA AO DENGUE II
O Dengue, a Dengue... não há consenso estabelecido quanto ao gênero gramatical da palavra, seja entre dicionários, trabalhos médico-científicos, estudiosos da literatura tropicalista brasileira, ou mesmo em publicações da OMS e do Ministério da Saúde. Contudo, apesar da ambiguidade que o envolve, a tendência predominante é de considerá-lo como substantivo feminino.
Ele pode ser ela ou ela pode ser ele, de qualquer forma existe DENGUE.
“Dengue! Eu?” Por que não?!
MORTE, ENIGMA INDECIFRÁVEL
Em teu abraço frio, encontro o meu destino,
Morte, parceira da vida, em ti me reclino.
Não te temo, pois sei que és a passagem,
Para um novo horizonte, uma nova viagem.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
AEDES EM CRÔNICA - I
Descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, como “Culex aegypti” e rebatizado como “Stegomya fasciata”, somente por volta de 1940, após nova cerimônia de batizo, tornou-se o temido “Aedes aegypti” e, atualmente, um dos insetos mais estudados do mundo. Dentre seus primeiros relatos históricos, encontramos a Ilha de Java, 1779. Nas Américas é relatado há mais de 200 anos e no Brasil suas portas foram abertas à primeira epidemia documentada clínica e laboratorialmente, em 1981-1982 em Boa Vista-Roraima.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
quinta-feira, 19 de dezembro de 2024
CARAVELAS URBANAS
Como uma mortalha, abriu-se ruidosamente o tecido que assentou em câmera lenta sobre o gramado seco. O professor Luciano ajoelhou-se doloroso, observando a escandalosa procissão de palmípedes que deixavam o lago, determinados a pedir-lhe migalhas. Frustraram-se, mas não sem revolta, pois a sacola cheia de comidas não foi aberta de pronto. Luciano, entrelaçando com força os dedos das mãos suadas, suspirou fundo, mirou o buritizeiro e foi direto ao assunto:
NOSSO QUARTO
Apenas um quarto com quatro paredes,
porta, janela, chão e teto
em recanto do mundo, desocupado,
incrustado a todo o tempo
dimensionado no espaço
e enorme desejo de ser ocupado.
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